Poder e Política.
Na palestra do Professor Jaques, sociólogo francês, foi abordado a temática da desenvoltura das concepções da modernidade avançada no contexto do trabalho. Assim, tomando como base a contemporaneidade, tratada como second modernity, outros fatores vêm ganhando notoriedade e talvez até uma certa importância equivalente à representatividade do dinheiro no trabalho, com isso, quando se trata das Startup's tal ideia torna-se mais perceptível, visto que o modelo de negócio reflete as novas concepções do trabalho.
Com isso, muitas vezes com seus sonhos de revolucionar o mercado, mas com a falta de recursos financeiros, os "startupeiros" tentam se compensar de tal déficit pela obtenção de tipos de poder, que por sua interpretação dentro do contexto representa a capacidade de influência dentro de uma esfera política da gestão de pessoas.
Além disso, se tratando especificamente sobre o poder coletivo do trabalhador, a efetivação de tal poder pode ser traduzida como uma forma de exercer política, pois ela corrobora para a compatibilização de interesses.
Com isso, dentro das noções da Startup o poder e a política conversam de maneira contínua, assim tais conceitos estão enraizados dentro desse modelo organizacional quando se trata da figura do líder. Tais líderes são definidos de acordo com projetos, e com isso o ambiente se propicia a uma visão de poder, na maioria das vezes pessoais mas também as vezes formais dentro de contextos adversos.
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